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Santa Maria tem 51 casos confirmados de toxoplasmose, diz prefeitura

25/04/2018

O número de casos confirmados de toxoplasmose em Santa Maria subiu para 51, segundo aponta boletim divulgado na noite desta terça-feira (24) pela prefeitura do município da Região Central do Rio Grande do Sul. Entre os pacientes, oito são mulheres gestantes.

Ao todo, segundo a prefeitura, foram feitas 193 notificações de casos suspeitos. Além das incidências confirmadas, nove amostras tiveram resultado negativo para a doença e outras 30 aguardam os resultados – entre elas, seis são referentes a mulheres gestantes. Os moradores que contraíram a doença vivem em 18 bairros da cidade.

"É extremamente importante salientar a união de forças entre as Unidades de Saúde do Município, as clínicas particulares, os médicos e o HUSM (Hospital Universitário de Santa Maria) para que os cidadãos, especialmente as gestantes, tenham o diagnóstico de forma ágil e eficiente. Esse fluxo possibilita que consigamos chegar, de forma satisfatória, o mais rápido possível ao tratamento", afirma a secretária municipal de Saúde, Liliane Mello Duarte.

Ajuda federal


O prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, reuniu-se nesta terça-feira (24) com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, para discutir a situação e buscar recursos financeiros. Durante o encontro, foi definido que remédios serão enviados pela União ao município, para o tratamento dos pacientes, e que uma equipe do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS) vai a Santa Maria para auxiliar as equipes de vigilância do estado e do município a buscar origem do surto na cidade.

Nesta segunda (23), o prefeito havia se reunido com representantes do governo estadual para tratar do assunto. A administração municipal diz ter investido R$ 30 mil na compra de antibióticos e antivirais, e que adquiriu 6 mil dezenas de unidades de remédios, suficientes para três meses.

"A reunião de ontem no governo do estado e a de hoje no Ministério da Saúde nos dão a garantia de que tudo que deve ser feito, estamos fazendo. Trabalhamos de forma antecipada para assegurar os remédios e buscamos reunir todas as forças: União, Estado e Município”, disse Pozzobom.

 

Com informações: g1.globo.com

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